Uma garrafa de água e um segredo no banco do jardim
Três da manhã. Saio do quarto alugado — sempre o mesmo, com cheiro a melancolia e desespero. Na rua, o silêncio é quase palpável, interrompido...
Três da manhã. Saio do quarto alugado — sempre o mesmo, com cheiro a melancolia e desespero. Na rua, o silêncio é quase palpável, interrompido...
Hoje a minha jornada começou como de costume, atrás do balcão do café, num bairro sossegado nos arredores de Lisboa. Era uma manhã tranquila,...